segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Saúde do trato urinário em gatos

Aline Merchiori¹; Dorie F. M. Zattoni² 
¹Aluna de graduação Medicina Veterinária, UFPR
²Mestranda em Zootecnia - UFPR

INTRODUÇÃO

Os gatos são considerados por muitos como animais de companhia de eleição (Clancy & Rowan, 2003). No entanto, muitos proprietários ainda não são bem instruídos sobre os cuidados com as necessidades comportamentais e fisiológicas dos gatos, gerando situações de desconforto e estresse que podem desencadear diversos problemas de saúde para esses animais.

O gato é um animal semi-domesticado que evoluiu de um ancestral comum no norte da África. Devido ao ambiente em que se originou, o gato é solitário, possui hábito de caça e dificilmente busca por água. Naturalmente a água ingerida era em sua maioria, oriunda do alimento.

Atualmente os gatos não caçam para se alimentar, e a dieta consumida, geralmente ração seca, apresenta menor quantidade de água quando comparado aos animais predados por eles na natureza.

Além da mudança no hábito alimentar, os gatos tiveram que alterar seu comportamento para viver dentro das casas. Muitas vezes sem enriquecimento ambiental, eles passaram a dividir o espaço com outros animais resultando em situações de estresse.

O estresse está envolvido na maioria dos problemas comportamentais dos gatos. O conjunto de fatores estressantes e o desinteresse pela ingestão de água traz consequências negativas para a saúde dos gatos, já que favorece o aparecimento de problemas no trato urinário como a insuficiência renal aguda, doença renal crônica, cistite, urolitíase e doença do trato urinário inferior felina. 

O sistema urinário é responsável pela metabolização e excreção de substâncias tóxicas, tendo também função endócrina (produção de eritropoetina e metabolismo de vitamina D), atuando no controle da pressão arterial através do sistema renina angiotensina aldosterona e sendo ainda local de ação de hormônios como o paratormônio e o hormônio antidiurético (VERLANDER, 2004).

Devido às funções que o sistema urinário exerce, a manutenção da sua saúde é de extrema importância. Simples mudanças na rotina e no manejo alimentar resultam em melhoras na condição e no bem-estar do animal.

IMPORTÂNCIA DO TRATO URINÁRIO

O sistema urinário é responsável pela formação e excreção da urina. É constituído pelos rins, ureteres, vesícula urinária e uretra.

Os gatos apresentam dois rins localizados no espaço entre a 1ª e a 4ª vértebra lombar, e o rim esquerdo entre a 2ª e a 5ª vértebra lombar. As funções vitais exercidas por este órgão incluem a produção de urina, filtração e eliminação de materiais inaproveitáveis que são ingeridos através da alimentação ou produzidos pelo metabolismo, regulação do equilíbrio ácido-base, função endócrina (eritropoietina, renina, cininas, prostaglandinas e 1,25 di-hidroxicolecalciferol - calcitriol) e manutenção das concentrações de cloreto de sódio e água.

Essas funções são desempenhadas pelo néfron, a unidade funcional do rim, que é composto pelos glomérulos, local onde ocorre a filtração sanguínea, a reabsorção de substâncias filtradas e a excreção dos componentes plasmáticos, pelos túbulos, onde uma grande parte do filtrado é reabsorvido e não excretado na urina, pelos capilares peritubulares e tecido intersticial. Essa reabsorção tem grande importância para que não ocorra a perda total de sais como sódio, potássio e bicarbonato e glicose (VERLANDER, 2004).

Os ureteres são estruturas tubulares que fazem a ligação e o transporte da urina do rim até a vesícula urinária. Possuem um diâmetro estreito e paredes finas, sua obstrução pode causar graves problemas ao rim, como a hidronefrose (dilatação do rim devido ao acúmulo de urina).

A vesícula urinária é o reservatório temporário da urina, nos gatos se estende amplamente para a cavidade abdominal. A sua contração expulsa a urina durante as micções através da uretra.

A uretra é um tubo longo responsável pela eliminação da urina. Os gatos machos apresentam afunilamento da uretra em direção à extremidade do pênis, essa característica anatômica pode facilitar o acúmulo de material sólido, resultando em obstrução uretral.

AFECÇÕES DO SISTEMA URINÁRIO

Devido a todas as funções que o trato urinário exerce, afecções relacionadas a esse sistema levam a diversas alterações no organismo animal.

As doenças do sistema urinário podem acometer ambos os órgãos, e podem ter origem hereditária/congênita, infecciosa e tóxica (toxinas endógena ou exógena), ser imunomediada, por desequilíbrios eletrolíticos (hipercalcemia e hipocalemia no felino), e traumática.

1. Insuficiência renal aguda (IRA): Ocorre em períodos curtos, variando de horas até dias. Leva a diminuição da função dos rins, como incapacidade de excretarem resíduos metabólicos, regularem o equilíbrio hídrico, ácido-base e eletrolítico do organismo. Ocasionada por alterações pré-reais (choque hemorrágico, perturbações digestivas, gastrite e insuficiência cardíaca), renais (nefrite aguda de origem infecciosa ou tóxica) ou pós-renais (obstruções das vias urinárias inflamatória, tumoral ou por cálculos).

Os sinais clínicos são inespecíficos e incluem letargia, depressão, inapetência, vômito e diarreia. No exame físico os achados incluem depressão, hipotermia e ulcerações em boca, aumento em temperatura se for ocasionada por doenças infecciosas. Na palpação abdominal podem ser observados aumento e sensibilidade dos rins. Os animais apresentam aumento da ureia, creatina e fósforo; acidose metabólica; hipercalemia e densidade urinária normal.

O tratamento é instituído para cada caso específico que leve a IRA. É recomendado o uso de fluidoterapia para todos os casos.

2. Doença renal crônica (DRC): A DCR é uma doença de caráter multifatorial que consiste na perda progressiva e irreversível da função renal, podendo ser de origem genética, congênita ou adquirida. Ocorre quando os mecanismos compensatórios já não são capazes de manter as funções excretora, reguladora e endócrina do rim.

A DCR tem prognóstico desfavorável e se manifesta principalmente em animais idosos. Gatos das raças Siamês, Abissínio, Persa, Maine coon e Burmês são os mais afetados.

Independente da causa primária, a DRC apresenta lesões irreversíveis na estrutura renal, causando declínio progressivo da função desse órgão e resultando em uma série de alterações metabólicas. (SORGETZ, 2014). A doença se inicia devido a um processo patológico que lesiona os rins, causa perda dos néfrons e a diminuição da taxa de filtração glomerular, essa diminuição leva ao aumento das concentrações plasmáticas de substâncias que seriam eliminadas do organismo pela excreção renal, como aminoácidos, peptídeos, amônia, creatinina, ureia e entre outros.

Os sinais clínicos estão relacionados com a diminuição da capacidade dos rins em concentrar urina, manifestados por poliúria e polidipsia, os animais podem apresentar perda de peso, apetite caprichoso, desidratação, anorexia, inapetência, letargia, depressão, nictúria ou urinar em locais inadequados. Os animais com a afecção podem apresentar complicações sistêmicas como ueremia, complicações gastrointestinais, anemia, hipertensão arterial e complicações cardiovasculares, hiperparatiroidismo renal secundário, acidose metabólica e complicações neurológicas.

O diagnóstico da DRC é realizado por meio de exame clínico, incluindo uma anamnese completa e exame físico do animal, exame laboratorial, com o painel bioquímico completo, perfil hematológico e urinálise. A radiologia e ultrassonografia podem indicar a potencial causa da DRC, com a verificação da morfologia renal. A biópsia renal pode ser um auxílio de diagnóstico e uma ferramenta para determinar o prognóstico.

O objetivo do tratamento é retardar a progressão da doença, aumentar o tempo de sobrevida e proporcionar qualidade de vida. O tratamento inclui o suporte nutricional, reposição do equilíbrio hídrico, ácido-base e eletrolítico, tratamento sintomático da anemia e sinais gastrointestinais e a prevenção da progressão da doença renal.

3. Doença do trato urinário inferior felina (DTUIF): trata-se qualquer alteração que afeta a vesícula urinária ou uretra de gatos, como urólitos, tampões uretrais, infecções bacterianas, fúngicas ou parasitárias das vias urinárias, de anormalidades anatômicas, neoplasias, causas traumáticas, neurogênicas ou iatrogênicas.

Os sinais clínicos observados incluem hematúria, polaciúria, disúria ou estrangúria, distensão vesical e sinais de uremia, como vômitos, anorexia, letargia, fraqueza e anúria.

O diagnóstico da doença pode ser realizado por meio de urinálise (hematúria, presença de células inflamatórias, bactérias ou cristais), hemograma (aumento da uréia e creatinina no decorrer do quadro obstrutivo) urocultura, ultrassonografia (diagnóstico de cálculos vesicais, dilatação pélvica e a integridade do trato urinário) e radiografia.

O prognóstico irá depender do tempo em que o animal está obstruído, se há complicações e da gravidade, animais que apresentam azotemia possuem maior risco de óbito. Para prescrever o tratamento adequado e a prevenção da DTUIF é necessário primeiramente reconhecer a causa principal e após isso, reparar os fatores predisponentes como, manejo alimentar, aumentar a ingestão de líquido para diluir a urina, fornecer alimentos úmidos e modificações ambientais. (PEREIRA, 2009).

4. Urolitíase: Causa mais comum de obstrução do trato urinário inferior, é definida como a formação de sedimento, ocorre em decorrência da precipitação de minerais no sistema urinário.

Relacionada com manejo incorreto, dieta, obesidade, raça, idade, infecção do trato urinário, sexo e estado reprodutivo.

A dieta pode interferir no aparecimento e prevenção de recidivas de urolitíases, já que afeta a densidade específica, o volume e o pH urinário.

Os gatos são naturalmente predispostos a formação de urólitos em razão da forte concentração de sua urina. Essa concentração deve-se, em grande parte, a baixa ingestão de água. Isso, devido aos felinos possuírem origem desértica, e adaptaram-se a consumir pouco líquido, formando um pequeno volume urinário diário.

Animais alimentados basicamente com dietas ricas em proteínas de origem animal, tendem a produzir urina ácida, podendo ocorrer a formação de cristais de oxalato de cálcio, e animais que são alimentados com dietas ricas em cereais e vegetais, de um modo geral, tendem a formar uma urina alcalina que pode levar a formação de cristais de estruvita.

Gatos com urolitíase apresentam disúria, polaciúria, urina ectópica, hematúria, sem sucesso em micção, o gato permanece inquieto e lambe bastante o pênis, no prepúcio pode ocorrer a presença de partículas semelhantes a grãos de areia, angustia, anorexia, hipotermia e ausência de libido ou ereção. Durante o exame clínico pode sentir a vesícula urinária repleta.

O diagnóstico é realizado pelos sinais clínicos, radiografia, ultrassonografia, cistoscopia e exames laboratoriais. O tratamento se baseia em aliviar a obstrução, corrigir os efeitos sistêmicos da uremia e prevenir sua recidiva.

4. Cistite idiopática felina: é uma doença frequente em gatos domésticos a qual não se conhece a etiologia da doença, pode estar relacionada com o estresse. Os sinais clínicos são inespecíficos como periúria (urinar em locais inapropriados), polaciúria, estrangúria, disúria, hematúria e algumas vezes sinais de obstrução. A doença pode apresentar frequentemente recidiva e cronicidade.

O diagnóstico é realizado por meio do histórico clínico, exame físico e exames complementares, entre eles a urinálise, hemograma e bioquímico, radiografia, ultrassonografia e cistoscopia.

Como a doença é idiopática, o tratamento é sintomático com analgésico, antibióticos, mudanças no ambiente, manejo nutricional procurando aumentar a ingestão de água, podem ser utilizados também tratamentos alopáticos, homeopáticos e fitoterápicos.

PREVENÇÃO:

1. ESTRESSE: 

Estresse é o conjunto de reações de um organismo frente a estímulos físicos, psicológicos, sociais e metabólicos capazes de perturbar a homeostase. A personalidade felina é formada através da interação complexa de diferentes fatores que incluem a genética e as condições ambientais. Os gatos são animais solitários e possuem hábitos de caça, sendo assim muitas vezes não toleram a presença de outros animais no mesmo ambiente. A limitação de espaço sem enriquecimento ambiental nas casas impede que esses animais tenham seus comportamentos naturais expressado, deixando-os estressados.

O estresse pode se manifestar em sinais fisiológicos como taquipneia, midríase, episódios de diarreia ou vómitos e ainda sinais comportamentais como irritabilidade, agressividade e mudança de postura. Se o estresse se torna crônico pode ocorrer manifestação nos hábitos alimentares além de gerar problemas sistêmicos, incluindo as doenças no trato urinário.

O estresse pode ser reduzido com atitudes simples como o enriquecimento do ambiente em que o animal vive com brinquedos, petiscos, instalação de prateleiras, arranhadores e esconderijos. Fornecimento do alimento e água em locais calmos no qual o gato se sinta confortável e seguro, além de dispor de caixas de areia e áreas de descanso em locais diferentes.

2. NUTRIÇÃO:

Os gatos descendem de uma espécie selvagem africana, os quais possuíam o hábito solitário e caçavam várias vezes ao dia com pequenas presas. São carnívoros estritos, necessitam de elevadas quantidades de proteínas e requerem aminoácidos específicos como a taurina, arginina, metionina e cisteína.

O manejo alimentar correto dos gatos é de extrema importância, tendo em vista que o sistema urinário dos felinos é propenso a concentrar urina, o que favorece a formação de cálculos urinários. É indispensável o estímulo para o animal ingerir água, observando a preferência do animal, fornecendo fontes com água limpa, em local em que o animal se sinta calmo e seguro. (GUABI, 2013)

O número de vezes em que o animal se alimenta pode estar relacionado com a ingestão de água, desta forma, oferecer o alimento mais vezes ao dia pode auxiliar na prevenção e controle de afecções no sistema urinário.

As dietas para pacientes com doença renal têm por objetivos minimizar a formação de catabólitos proteicos; prevenir e reduzir sinais e consequências das uremias; deter ou retardar a progressão da doença; prevenir o acúmulo de fósforo e sódio; fornecer os requerimentos calóricos por meio de fontes de gordura e carboidratos e repor as perdas vitamínicas decorrentes da poliúria. Assim, as dietas específicas são constituídas de proteínas de alto valor biológico e baixos teores de sódio e fósforo. Algumas delas ainda são acrescidas de compostos que contribuem sobremaneira na manutenção do animal, como ácidos graxos essenciais (ômega 3 e 6), vitaminas lipossolúveis, fibras que nutrem bactérias que consomem nitrogênio, alcalinizantes, entre outros (JERICÓ et al., 2015).

A dieta também pode interferir tanto beneficamente quanto negativamente nas urolitíases, já que os ingredientes influenciam no volume, pH e na concentração de solutos da urina. O principal objetivo para evitar a formação de urólitos é a subsaturação da urina, sendo alcançada através da diluição da mesma.

O tipo de dieta, de acordo com o seu teor de água, é um fator a ser levado em consideração ao selecionar o alimento para o felino. Sabe-se que animais que se alimentam com uma dieta úmida têm maior aporte de água ao seu organismo, reduzindo a concentração urinária. Dietas pouco úmidas ou secas podem predispor a urolitíase (HOUSTON, 2007).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O sistema urinário desempenha funções extremamente importantes para o organismo e é fundamental a instrução dos proprietários para fornecer um alimento adequado, permitir que os gatos expressem seu comportamento natural e ofertar um ambiente enriquecido e apropriado, o manejo e nutrição adequados permitem o bem-estar e a manutenção da saúde desses animais. 


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